Manchas na pele: conheça os tipos e quando procurar ajuda médica

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O câncer de pele é uma das grandes preocupações de saúde pública. Em um país tropical como o nosso, não podemos nos esquecer de que a exposição solar é um importante fator de risco para esse tipo de condição. Por isso, é preciso estar atento às manchas na pele.

Cerca de 30% dos tumores malignos no Brasil correspondem aos de pele. Porém, a boa notícia é que a detecção precoce oferece um excelente prognóstico para a doença. Sendo assim, é essencial que as pessoas estejam aptas para perceber uma alteração.

Mas, afinal, como saber se as manchinhas são inofensivas ou não? Bem, é justamente sobre isso que vamos conversar hoje. Ao fim você vai saber quais tipos de manchas levantam o alerta para uma abordagem mais cuidadosa. Continue a leitura!

Atenção com as manchas na pele

Para quem acha que a função da pele é apenas recobrir o corpo, saiba que vai muito além disso. Ela atua na regulação da temperatura, na barreira contra microrganismos, previne a perda excessiva de água, produz vitamina D, entre outros.

Os componentes da pele são os mais diversos, desde estruturas macroscópicas, como os pelos, até microscópicas, como os melanócitos. Estes, por sua vez, são células responsáveis pela produção de melanina, o pigmento que dá cor à pele.

Além disso, estão diretamente relacionados com as manchinhas, como veremos a seguir!

Conheça alguns tipos de manchas

Por mais que seja difícil a diferenciação de manchas, o mais importante é saber com quais atentar. A princípio, vamos focar naquelas benignas, como é o caso dos nevos melanocíticos.

Popularmente são conhecidos como pintas, e representam apenas a proliferação de melanócitos. Já as efélides, ou sardas, são decorrentes de uma maior produção de melanina, mas sem aumentar o número de células produtoras.

As melanoses solares, por sua vez, são manchas geralmente castanho-claras, que surgem nas áreas de exposição solar. Elas são resultados do acúmulo de luz, que aumenta o número e atividade dos melanócitos da região. Geralmente, são encontradas em pessoas mais velhas.

Veja quando procurar ajuda médica

Agora que você conhece algumas manchas benignas, como reconhecer as malignas? Primeira dica: atenção àquelas que surgirem de repente. As que você carrega desde a infância, é bem provável que sejam inofensivas.

Além do surgimento repentino, o crescimento progressivo e em curto espaço de tempo também são aspectos relevantes para buscar ajuda. Pode parecer esquisito, mas manchas “feias” também requerem atenção.

Sendo assim, se não houver simetria ou forem compostas por mais de uma tonalidade, é hora de passar por avaliação médica! E nunca é demais reforçar: se ficar na dúvida, não hesite em marcar uma consulta!

Portanto, a grande lição que fica é: faça o acompanhamento médico para manchas na pele! Dessa forma, sempre terá um profissional apto a analisar, diagnosticar e até tratar um possível câncer de pele, uma vez que a retirada da lesão pode levar à cura. No mais, atente ao seu corpo! Não se esqueça de visualizar as costas e regiões expostas ao sol, como orelhas, pescoço, colo e braços, usar protetor solar e evitar exposição prolongada ao sol.

Agora, que tal entender melhor o que é uma biópsia?

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